O FC Porto voltou a escrever mais uma página dourada na sua história ao conquistar o seu 31.º Campeonato Nacional, um título carregado de simbolismo, coincidências e memórias que unem diferentes gerações de portistas.
A conquista do campeonato 2025-2026, traz consigo um conjunto de efemérides que reforçam o peso emocional deste momento colorido de azul e branco. Desde logo, o número “2” parece atravessar toda a narrativa. Foi com esse número que ficou eternamente ligado um dos nossos gloriosos capitães, o Jorge Costa, uma grande referência da história do nosso clube, falecido no início desta época, e cuja memória ganhou ainda mais significado neste contexto.
Mas as coincidências não se ficam por aqui. Também a 2 de maio, mas de 1971, o meu ídolo futebolístico de juventude, o médio António Oliveira, estreava-se com a camisola azul e branca, iniciando uma ligação histórica ao clube, primeiro como jogador, depois como treinador (o treinador do tri e tetracampeonato) e atualmente acionista de referência da SAD. Um marco que agora se cruza com mais uma conquista importante.
O passado recente azul e branco também entra nesta teia simbólica, e também em Maio. Assim, corria o ano de 2004, um ano que jamais esquecerei como portista, pois foi a época em que o FC Porto sagrava-se campeão nacional, após também vencer o FC Alverca por 1-0 ) O FC Porto voltou a escrever mais uma página dourada na sua história ao conquistar o seu 31.º Campeonato Nacional, um título carregado de simbolismo, coincidências e memórias que unem diferentes gerações de portistas. E foi também a 7 de Maio de 2004 que tomei posse a primeira vez como vice-presidente da direção do Clube.
A conquista, selada no passado dia 2 de maio, traz consigo um conjunto impressionante de efemérides que reforçam o peso emocional deste momento. Desde logo, o número “2” parece atravessar toda a narrativa. Foi com esse número que ficou eternamente ligado o capitão Jorge Costa, uma das maiores referências da história do clube, recentemente falecido, e cuja memória ganhou ainda mais significado neste contexto.
O passado recente também entra nesta teia simbólica. Em 2004, ano inesquecível para o clube, o FC Porto sagrava-se campeão após vencer o FC Alverca por 1-0, (um resultado tal como o deste ano, curto, mas suficiente para garantir o título numa época que viria a culminar na conquista europeia, com o erguer da Liga dos Campeões, em Gelsenkirchen. E mais uma vez, o mês de Maio servia de palco para celebrar mais uns títulos.
Por outro lado, este 31.º campeonato fica ainda marcado por ser o primeiro conquistado sob a liderança do Presidente André Villas-Boas, abrindo um novo ciclo no clube. A vitória assume, assim, um duplo significado, não só reforça a hegemonia interna do FC Porto, como simboliza também o início de uma nova era sustentada pela ambição e pela identidade portista.
Entre números, datas e memórias, este título não é apenas mais um troféu. É um ponto de encontro entre passado e presente, onde as coincidências parecem demasiado perfeitas para serem ignoradas, quase como se a história do FC Porto se escrevesse, uma vez mais, com um sentido inevitável de destino.
E por força das sucessivas pedras e obstáculos que esta época nos foram colocando no caminho, permitam-me que compare a alegria que eu senti no passado domingo, com aquela que eu vivi na época 1977-1978, quando sob o comando de José Maria Pedroto, ganhamos 4-0 ao Braga, conquistando o título nacional ao fim de dezanove anos de jejum.